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Pelo Brasil


Eataly são Paulo

postado em 15 de dez de 2015 06:12 por Anelise   [ 15 de dez de 2015 06:22 atualizado‎(s)‎ ]

Como está o Eataly sete meses depois

    Quando a gente pensa em São Paulo geralmente lembra de duas coisas: é lá onde encontramos muito trânsito caótico e novidades. Visitar a cidade onde tudo acontece é a possibilidade de viver experiências que ainda não chegaram em Porto Alegre. Então, vamos aproveitá-las, já que muitas dessas novidades talvez nunca cheguem por aqui!

    Em maio, já havíamos falado sobre a inauguração do gigante Eataly, um verdadeiro shopping gastronômico. Agora, um semestre depois, passamos uma manhã por lá para ver como estão as coisas. E não é que o lugar ainda está bombando? (e deve ficar assim por muuuuito tempo!)


    Por conta da quantidade de pessoas que circulam diariamente, foi preciso ampliar alguns restaurantes, que agora contam com uma espécie de varanda e lugares extra. E, para quem decide almoçar por lá no final de semana, é preciso chegar cedo, porque as filas de espera chegam a demorar mais de uma hora!


    Mas vale a pena aguardar, porque enquanto você espera para ser chamado pode dar uma voltinha pelas gôndolas e fazer compras (ou só olhar mesmo!). Por falar em compra, mesmo com a alta do dólar, os preços das mercadorias são muito parecidos com o que a gente vê em muitos empórios gourmets - incluindo os de Porto Alegre.


    Só que no caso do Eataly, são pelo menos 7 mil tipos de produtos à venda, sendo que cerca de 700 vieram direto da Itália.


    Bom, os restaurantes não têm preços absurdos e têm pratos muito bem servidos. Escolhemos primeiro o La Pasta, que é especializado em massas e pizzas.


    Para quem quer um prato sem frescura e com poucos ingredientes, o spaghetti al pomodoro é a pedida – custa R$ 25 e vem com molho de tomates frescos e manjericão.  Nós temos sempre a mania de experimentar a versão à carbonara dos restarantes italianos que passamos. No Eataly, o spaghetti alla carbonara tinha textura boa, mas parecia que faltava algum ingrediente - talvez mais queijo e bacon... Custou R$ 42.


    A melhor massa foi o tagliatelle all’ossobuco, uma porção bem generosa com molho saboroso e carne desfiada. Custou R$ 44,00 e estava uma delícia!


    Na hora dos doces, decidimos descer até o andar térreo. Nos divertimos com as vitrines repletas de várias sobremesas.


 
  
Há dois tipos: aquelas servidas em vidro custam R$ 10 e as individuais e sem embalagem saem por R$ 12.


    Tem também  tortinhas de morango, tiramissu, tortinha de chocolate amargo com ganache, pannacota, entre outras delícias que hipnotizam!



Eataly

Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1489, Vila Nova Conceição - São Paulo

Na Barra da Tijuca

postado em 11 de out de 2015 17:23 por Anelise   [ 11 de out de 2015 17:33 atualizado‎(s)‎ ]

Mar, música e vida boa no Rio de Janeiro

    Uma espreguiçadeira em frente ao mar, posicionada embaixo da sombra de uma árvore, é o convite para fechar os olhos e respirar fundo. A brisa traz o som das ondas, que às vezes não pode ser ouvido, porque a música do violino e do violão são mais potentes.

       Geralmente são assim, com simplicidade e pés descalços, as tardes no quiosque Aloha Rio, na Barra da Tijuca.


Fotos: Anelise Zanoni

    Posicionado no calçadão, entre os postos 2 e 3, o local não é mais um daqueles que apenas aluga guarda-sóis e cadeiras esfarrapadas. O quiosque tem vida e alto astral.


Foto: Divulgação Aloha Rio

    Cadeirinhas e mesas de madeira, espreguiçadeiras e esteiras de palha ficam espalhadas pelo gramado em frente ao mar. Por ali, amigos, famílias e crianças compartilham a paisagem e a experiência de passar horas sem pressa.




    Para complementar, há sempre algum show com músicas interpretadas por artistas locais, o que fecha direitinho com a proposta zen do local.



    Quem vai ao Aloha Rio para se divertir encontra também quadra de vôlei e equipamentos para a prática de esportes. Em alguns dias são comuns algumas aulas, como de pilates e ioga, e festinhas temáticas.




    O cardápio privilegia a cozinha rápida: petiscos praianos, sanduíches, drinques e caipirinhas configuram a lista. Aparecem por lá batata frita com ervas finas, aipim frito, pastel de camarão, entre outras delícias.


    Na linha de frutos do mar, há camarão à milanesa, espetinho de salmão com gergelim e ceviche de peixe branco com cebola roxa e batata doce.

Foto: Divulgação Aloha Rio

    As caipirinhas também são uma delícia e contemplam diferentes sabores, como as clássicas de limão, morango e maracujá e também novidades, como tangerina com gengibre, uva com manjericão e uva com kiwi.



    No fim do dia, o quiosque fica ainda mais lindo, porque é iluminado pelo pôr-do-sol e por pequenas luzes instaladas nas áreas. É nesta hora que a gente tem a certeza de que valeu a pena fugir das praias lotadas de turistas para conhecer como os cariocas vivem (e aproveitam) a praia. Eu achei muito melhor!


Foto: Divulgação Aloha Rio


Aloha Rio Barra da Tijuca

Avenida Lúcio Costa, QB16A e QB16B - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Entre os postos 2 e 3

Informações: www.facebook.com/alohariobarra

Santo café da manhã

postado em 17 de jun de 2015 19:49 por Anelise   [ 17 de jun de 2015 19:53 atualizado‎(s)‎ ]

Mesa farta para começar o dia em São Paulo

    Quando a gente vai a São Paulo, é possível ficar atordoado diante de tantas opções para comer e se divertir. Um programa que não exige muita preparação, por exemplo, é tomar um bom café da manhã e partir em caminhada pelas ruas. Neste roteiro, seguimos pela Rua Padre João Manuel, uma via que corta a Avenida Paulista e tem acesso à famosa Oscar Freire.

O arborizado caminho é um trajeto típico do bairro Jardim Paulista: tem belos prédios, gente bonita circulando, além de restaurantes e padocas espalhadas pelas esquinas. É nesta mesma rua que está o endereço do restaurante Dalva e Dito, de Alex Atala, e a filial da Brasserie des Arts, uma famosa balada de Saint Tropez, na Riviera Francesa.

A escolha da padaria

    O dia começa mais feliz quando escolhemos um bom café da manhã. Por indicação dos amigos da Veja Comer & Beber visitamos a Santo Pão e adoramos.


Fotos: Anelise Zanoni

    É um local onde todos são bem-vindos - inclusive os pets, que têm ala especial no jardim em frente à casa.

    Para se deliciar com o cardápio variado de café da manhã é preciso chegar cedo ou ter um pouco de paciência. Igual a outras padarias bem frequentadas, exige lista de espera para que todo mundo consiga comer bem (e em paz!).




    A Santo Pão inaugurou em 2009 e considera-se um centro gastronômico, porque por ali há produtos frescos, pães preparados com receitas francesas, empório e um cardápio variado e sanduíches fresquinhos.




    Quem aposta no café da manhã come muito bem e com valores semelhantes aos praticados em muitas boulangeries de Porto Alegre. A taça de café com leite sai por R$ 7,50 e por vezes vem com desenhos inspiradores - a nossa veio com um coração!



    Os ovos mexidos são cremosos e no ponto. Vêm acompanhados por fatias de baguete tostado e custam R$ 10,00.




    Para quem gosta de croissant (R$ 6,00), pode experimentá-lo com geleia de morango (R$ 4,00). O nosso croissant naquela ocasião não estava dos melhores, porque assou demais e estava um pouco “farelento” - um tanto diferente daqueles que comemos na França.

        De qualquer forma, croissant é sempre uma delícia!



Pão na chapa com manteiga (R$ 5,00) e suco de laranja (R$ 8,00) preparado na hora sempre ajudam na primeira hora da manhã!

    Como boas formigas apaixonadas por açúcar, nos entregamos à fatia de bolo de banana com doce de leite (R$ 9,00) - uma verdadeira tentação, porque dá vontade de comer o bolo inteiro devido à suavidade dos ingredientes.



Santo Pão

Rua Padre João Manuel, 968, Jardim Paulista, São Paulo


Oscar Freire

    A poucos metros da Santo Pão está a Oscar Freire, uma das ruas mais charmosas e conhecidas da cidade, principalmente pela quantidade de lojas que ficam por ali e pelo pessoal bacana que frequenta o lugar.

    Em uma caminhada, além das lojas de grife, é possível encontrar recantos alternativos que valem o investimento de tempo.



    Um lugar que chama a atenção é o Mercadinho Chic, um complexo com barraquinhas que vendem produtos modernos e de bom gosto, como bijuterias, maquiagens, presentinhos, camisetas estilizadas e objetos de decoração.


As lojas são rotativas e funcionam como parte de uma feirinha. Ou seja, de tempos em tempos, as bancas são trocadas.



    De segunda a sábado estão por lá as bancas de moda e acessórios, das 12h às 20h. Arte, decoração e design estão à disposição da clientela todos os domingos, das 11h às19h.

    Para participar do mercadinho as marcas passam por um processo seletivo (curadoria). É preciso trabalho original, preço e qualidade. 



    No dia em que visitamos, em uma das portas havia uma carrocinha do Melhor Pudim do Mundo. Indispensável para quem gosta de um docinho!


    Outro ponto interessante do passeio é a Pracinha da Oscar Freire. Por ali dá para sentar, escrever com giz no grande paredão verde escuro e aproveitar wifi de graça. 



A praça foi instalada em 2014 e é um ótimo local para dar uma descansada durante a caminhada.



    
Ainda há um carrinho lindo do Cake in Glass, que vende diferentes bolos dentro de potes de vidro. São lindos!




São Paulo

postado em 19 de mai de 2015 14:54 por Anelise   [ 19 de mai de 2015 14:55 atualizado‎(s)‎ ]

O primeiro dia do Eataly na América do Sul

    O relógio mal marcava 11h e uma fila indiana aumentava à medida em que os minutos se passavam. Quem andasse por ali desinformado poderia pensar que um astro de cinema ou um popstar estaria dentro do prédio ou que uma megaliquidação estava prestes a iniciar.

    Mas não foi nada disso! A manhã do 19 de maio ficou marcada como a grande estreia da rede italiana Eataly na América Latina. E, claro, o local escolhido só poderia ser a maior capital gastronômica brasileira, São Paulo.


É preciso reservar bastante tempo para explorar os três andares do Eataly, em São Paulo./ Fotos: Alan Birck

    Poucos segundos após cortarem a fita de inauguração do empreendimento construído na movimentada Avenida Juscelino Kubitsckek, estava uma loja recheada de pessoas entusiasmadas e com olhares fascinados. Com uma área de 4,5 mil metros quadrados, três andares e 18 pontos de alimentação, o Eataly é mais que um grande local de compras, é um centro de experiências gastronômicas de todos os tipos. Para sustentar tudo isso, são pelo menos 7 mil tipos de produtos à venda, sendo que cerca de 700 vieram direto da Itália.

Por todos os lugares é possível lembrar que o empreendimento tem DNA italiano

    A organização do local é feita por áreas, muitas delas enriquecidas com charmosas barraquinhas. Há seção de peixes, carnes, frutas, verduras, massas, doces, queijos, vinhos e até mesmo utensílios para cozinha e livros. 


É impossível não cair na tentação na área de confeitaria. Há doces de todos os tamanhos e sabores

Por entre as prateleiras é possível encontrar frutas, caixas de chocolate, pães, biscoitos, chás, ecobags e uma infinidade de outras coisas.

Bolinhos e sobremesas no vidro são a grande sensação da área de doces do Eataly

    Com todo tamanho, o empreendimento é um parque de diversão da gastronomia, capaz de deixar os visitantes encantados a cada metro percorrido. Por qualquer lugar que se andasse durante a inauguração, era possível ver pessoas com olhos estalados, cestinhas cheias de compras e fotógrafos disputando a melhor imagem.

Queijos e presuntos importados fazem uma linda composição neste mercado público de luxo

    Por vezes ouvia-se um “grazie”! Sim, eram pessoas agradecendo a visita no dia de abertura da loja. Não raro também foi identificar pessoas falando em italiano e até mesmo as instruções passadas aos funcionários na língua origem da loja. Estupefato com a beleza simples e funcional do lugar, alguns esbarravam nos funcionários e conseguiam ler o que estava escrito em suas costas: “Stiamo arrivando” - sem o sofrível “Posso ajudar?”.

    Também estiveram presente as filas, muitas filas! E elas devem se manter por um bom tempo. Afinal, todo mundo quer comprar um produto ou garantir o almoço em um dos restaurantes.


No primeiro dia, houve fila para conseguir comer nos restaurantes do complexo gastronômico

    Por falar em refeição, 15 minutos após a abertura dos portões da estreia era possível ver gente comendo - prova de que a organização do primeiro dia foi perfeita, assim como o serviço das áreas de alimentação - que faria você pensar que aquele lugar fora inaugurado há pelo menos seis meses.

    Quem quisesse garantir a janta, preferiu encher as cestinhas personalizadas e escolher entre as centenas de produtos. Dava para sair dali com a combinação de massa penne Bontà D’Italia (R$ 8,90, 250 g) e um pote de molho pesto Niasca Portofino (R$ 34,69), trazido da Lingúria.

    Além dos restaurantes, um dos pontos que promete arrebanhar muitos fás é a loja da Nutella. Potes e mais potes do produto chamam a atenção de longe e o cheirinho das receitas feitas na hora arremata!

De longe dá para sentir o cheirinho das receitas preparadas com potes e mais potes de Nutella

    O pão rústico com Nutella sai a R$ 10,00. O crepe simples recheado com o doce custa R$ 14,00 e o crepe com Nutella e banana ou fruta do dia custa R$ 16,00.
Nutellas personalizadas com o nome de São Paulo preencheram as gôndolas

Para ampliar a euforia do primeiro dia, os visitantes foram contemplados com degustações de espumante, queijos, frios e garrafinhas de Bellini. Que todos os dias do Eataly sejam assim, incríveis!

Fique atento

    Uma agenda de cursos, jantares e degustações está prevista para entrar em funcionamento em breve. O primeiro deles traz dez chefs de cozinha que cozinharão em frente aos alunos em aulas de uma hora de duração. Os minicursos iniciam no dia 28 de maio e custam em média R$ 180,00 cada. Confira a agenda completa em www.eataly.com.br

Serviço

Eataly
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1489, Itaim Bibi - São Paulo.


Ecobags moderninhas e coloridas para fazer compras e cuidar do ambiente


Pará

postado em 23 de abr de 2015 07:43 por Guilherme Caldas   [ atualizado em 23 de abr de 2015 13:09 por Bete ]

Mercado Centenário

    Se você acredita que conhece a cozinha brasileira, mas nunca foi a Belém, vai descobrir que ainda tem muito a degustar. O Pará reúne um manancial de ingredientes e sabores desconhecidos da maioria da população do país. Basta uma visita ao mercado Ver-o-Peso para ficar fascinado com a diversidade de produtos. Isso sem falar da saborosa cozinha e do receptivo povo amazônico.

    O Pará oferece aos visitantes diferentes emoções. Quem prefere a vida urbana pode se restringir a Belém. Mas quem gosta de ir mais a fundo nas experiências basta pegar um dos muitos barcos disponíveis e viajar pelas águas do rio Guamá, que banha a capital paraense, para desvendar um novo mundo.

 

    O início da jornada deve ser, obrigatoriamente, no símbolo da gastronomia amazônica, o mercado Ver-o-Peso, a maior feira livre da América Latina. Não esqueça o filtro solar e roupas muito leves, porque em Belém o calor é sufocante, devido às altas temperaturas e à grande umidade, o que causa chuvas rápidas todos os dias e o ano inteiro. Tem até uma brincadeira de que os paraenses marcam compromissos para antes ou depois da chuva.

 

    Aqui, uma pausa para uma curiosidade: em 1688, o Porto do Piri ganhou um posto fiscal, que era o lugar de ver o peso das mercadorias que saiam ou chegavam à Amazônia e arrecadar os impostos. Com o passar do tempo, se tornou Ver-o-Peso, um dos principais pontos turísticos do Pará.

 

 

    O mercado é dividido em setores. Comece conhecendo a área destinada à comercialização de peixes e frutos do mar. Certamente, você será surpreendido pela variedade de pescados de rio e de mar. Entre eles,  o filhote, de carne branca e firme, e o gurijuba, que é defumado com especiarias e conhecido como haddock paraense.

 

    

    O setor de farinhas desafia o conhecimento. São tantas as gramaturas que fica difícil escolher. Tem farinha fina, média, grossa e flocada. Farinha branca e amarela. Farinha de mandioca, de tapioca, para farofas, goma.

 

 

   Siga em frente e vá conhecer  o mais fantástico setor do Ver-o-Peso, o das frutas. Quem mora na região Sul ficará ainda mais encantado, afinal algumas delas dificilmente chegam ao outro extremo do país. Cupuaçu, buriti, taperebá, bacuri, jenipapo, guaraná, pupunha, jambo, açaí e graviola perfumam o ar. Nos meses de janeiro e fevereiro, é a safra de manga. 



    A castanha do Pará é o produto mais procurado, e o quebrador de castanha é atração turística.

 


    Não deixe de conhecer o Mercado de Ferro, área reservada às carnes. A estrutura foi transportada desde a Inglaterra e foi eleito uma das sete maravilhas do Brasil.

 

As barracas de comida do Mercado são concorridíssimas. Faz sucesso por lá o prato típico paraense, o pato ao tucupi  com jambu, erva que adormece a boca.


    No balcão, do café da manhã até a noite, pirarucu com açaí. O peixe é salgado como bacalhau. Tem ainda o pupunha cozido e passado na manteiga, a maniçoba, comida indígena conhecida como feijoada paraense que tem como ingrediente a maniva, folha da mandioca brava. De preferência com um toque de pimenta de cheiro, típica da região.

 

    Todas essas delícias, somadas ao artesanato, fazem do Ver-o-Peso um lugar para se conhecer e voltar muitas e muitas vezes.

   

 

 

Dicas


·      Mantenha um olho nas atrações do Ver-o-Peso e outro em seus pertences, os roubos são frequentes.

·      Confira as ervas e poções da mais famosa comerciante do Mercado: Bete Cherosinha. Ela garante que tem cura para tudo.

·      Deixe o preconceito de lado e experimente o pirarucu salgado com açaí e tapioca numa das muitas bancas locais.

·      Os sorvetes e os sucos naturais de frutas regionais são quase obrigatórios.,

 

 

O que comprar

 

Castanha do Pará

Queijo da Ilha de Marajó

Farinha amarela

Cachaça de Jambu

Pirarucu salgado

Chocolate da Ilha do Combu 


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