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Pelo Rio Grande do Sul


No Velho Oeste

postado em 30 de nov de 2015 04:34 por Anelise   [ 1 de dez de 2015 09:39 atualizado‎(s)‎ ]

Parar na estrada pode ser muito divertido!

    Esqueça o que você conhece sobre paradouros de beira de estrada. Esqueça principalmente se você tem na memória aqueles lugares grandões, com lâmpadas fluorescentes, paradas para ônibus e excursões e buffets cheios de friturinhas e café meia-boca.



    Quem passa pela estrada RSC 287, em Santa Cruz do Sul, precisa reservar mais do que aqueles minutinhos de pitstop para visitar o Rancho América.



    Só a fachada do lugar já merece uma paradinha. Rodas de carreta e anúncios vintage decoram a frente do paradouro inspirado no estilo do velho oeste americano.

    O local tem lancheria e uma grande loja com objetos antigos, o que faz a gente se sentir em uma espécie de museu!

    Logo na entrada a gente sofre o impacto do tempo: há objetos de todos os tipos e idades.


    Você encontrará tonéis restaurados e pintados com marcas famosas, coleções de chaleiras e bules de ágata pendurados, espelhos de diferentes formas, objetos de decoração e muito mais!


    É difícil descrever tudo o que se encontra por lá. Latas, garrafas, câmeras fotográficas, placas também estão no acervo, e tudo pode ser comprado pelos visitantes. Ou seja, se você se apaixonar por um ferro de passar roupa do tempo da vovó ou por uma máquina de escrever empoeirada, pode levá-los para casa!



    Além de ser uma grande loja de antiguidades, o Rancho América vende produtos da região como cucas, cervejas artesanais, pão caseiro e, claro, tem uma lancheria (bem eficiente até!).


    O cardápio conta com sanduíches, hambúrgueres, pastéis, pratos feitos e cafés.


    A torrada completa pequena custa R$ 8,00 e vem com pão de sanduíche, queijo, presunto, alface, tomate, ovo e maionese.


    O pão de queijo sai por R$ 3,50 a unidade e pode combinar com um pequeno chocolate quente de R$ 6,00.


    Agora, se você quiser seguir a tradição, pode pedir a batata frita servida no pinico! A versão pequena, com meio pinico cheio, custa R$ 17,00. Para compartilhar, vale tentar o completo, que custa R$ 29,50.

    Com certeza, depois de fazer esta paradinha, os outros lugares de beira de estrada vão fica bem sem graça!


RANCHO AMÉRICA

RSC 287, km 99, Santa Cruz do Sul . Telefone: (51) 3715-0424

Bandinha e chucrute

postado em 9 de out de 2015 14:01 por Anelise

Outubro é mês de muita festa alemã

    É nesta época do ano que muitos municípios gaúchos estão em festa, comemorando as heranças alemãs. A Oktoberfest movimenta muitas cidades com muita música, cerveja gelada e gastronomia típica.

    Além de animado, o evento é uma possibilidade para quem quer fazer uma passeio rápido, comer bem e se divertir muito. Nós selecionamos algumas festinhas por aí, incluindo Porto Alegre!

Santa Cruz do Sul

  Bandinhas típicas, copos e mais copos de chope, desfiles e shows nacionais estão previstos para a maior Oktoberfest gaúcha, que chega à 31° edição cheia de novidades.

  O evento ocorre até 18 de outubro e, além da tradicional festa, um dos destaques é a área de gastronomia. Este ano estão previstos 33 estabelecimentos que venderão pratos típicos e outros bem ousados, como o cucaburguer (hambúrguer envolvo por cuca) e também o waffelburger, sanduíche com massa de waffel, que será servido em um food truck.




    Chefs e convidados  também passarão por lá para ensinar como fazer receitas que trazem o sabor da culinária alemã. As aulas serão feitas por meio de oficinas gratuitas coordenadas pela da unidade de Santa Cruz do Sul do Senac/RS.
    Entre os “professores” convidados estão as rainhas da festa, os docentes de Gastronomia da Faculdade Senac Porto Alegre e chefs como Mamadou Sène e André Damin, além de representantes do programa Sesc Mesa Brasil.




    As atividades ocorrem no Pavilhão 3 do Parque. Para participar basta estar presente no local de acordo com o horário da oficina pretendida. Confira aqui a lista de oficinas.


Oktoberfest de Santa Cruz do Sul

Ocorre no Parque da Oktoberfest (Rua Galvão Costa, 755, Santa Cruz do Sul)
Os ingressos custam entre R$ 10 e R$ 20, dependendo do dia.

Informações: www.oktoberfestsantacruz.com.br


Igrejinha

    O município a cerca de 90 quilômetros de Porto Alegre tem uma versão mais compacta da festa. A celebração de Igrejinha inicia no dia 16 de outubro e vai até o dia 25.

    Bandinhas com música alemã, chope e muita comida boa estarão presentes na festa. Haverá 150 chopeiras espalhadas pelo parque, e os copos de chope custam a partir de R$ 6. Haverá exemplares de garrafas de cervejas artesanais da região.


Para as crianças haverá uma festa infantil no dia 21 de outubro. Para complementar a festa, estão previstos shows de artistas nacionais, como Papas da Língua e Gustavo Lima.

Oktoberfest de Igrejinha

Ocorre no Parque da Oktoberfest (Rua Galvão Costa, 755, Santa Cruz do Sul)
Os ingressos custam entre R$ 10 e R$ 20, dependendo do dia.

Informações: www.oktoberfestsantacruz.com.br


Porto Alegre

    A festança alemã está um pouquinho longe da Capital, mas nem por isso a cidade deixa de comemorar. Neste sábado, dia 10 de outubro, o Bar do Gomes promove uma Oktoberfest com petiscos e cervejas especiais. Com apoio da 28ª Oktoberfest de Igrejinha, a casa receberá a diretoria, as soberanas do tradicional evento e a bandinha do tradicional evento. A animação ficará por conta do grupo típico Macega Show.


    Um cardápio foi desenvolvido exclusivamente para o evento, com comidinhas tradicionais como Pretzel importado da Bavária; batatas bêbadas, salsicha bock e mostarda da casa, cachorro-quente com salsicha frankfurter, sauerkraut e cebolinha; e hambúrguer de Angus com linguiça crocante.

    No cardápio de cervejas o destaque é o lançamento dos chopes Bela Rosa (Witbier com toque de Pimenta-Rosa), Jabutipa (IPA com aroma de Jabuticaba) e Caá-Yari (Belgian Blonde Ale com erva-mate), da cervejaria Bohemia. Também está na lista chope Stella Artois e as alemãs Franziskaner Hefe-Weissbier Hell e Franziskaner Hefe-Weissbier Dunkel.


Bar do Gomes

Rua Fernando Gomes, 58, Moinhos de Vento, Porto Alegre.
Quando: sábado, 10 de outubro, das 16 às 21 h
Telefone: (51) 3346-3812
www.facebook.com/bardogomesmoinhos

Santana do Livramento

postado em 3 de set de 2015 17:02 por Bete

O encantador de abelhas nativas

O aumento no consumo de mel de abelhas nativas sem ferrão, no Brasil, tem feito com que o produto ganhe maior valorização. Esse tipo de mel tem menos teor de açúcar que o das abelhas Apis Mellifera, aquelas mais comuns, de corpo preto e amarelo e com ferrão. Em Santana do Livramento conheci um apaixonado pelas abelhas nativas. 

 

 

Mario Forjarini, meliponicultor em Santana do Livramento, se dedica à criação de quatro espécies nativas: jataí, mandaçaia, mirim e tubuna. Fui conhecer o apiário com  o chef Vico Crocco e ficamos impressionados com o sabor do mel produzido por elas.



 O mel da jataí tem textura mais fina e sabor mais ácido, ligeiramente azedo.



 A mandaçaia pode produzir um mel mais picante e mais cremoso, nada enjoativo.



O mel fica depositado em pequenas bolsas.




A mirim-guaçu oferece um produto com acidez mais elevada.

 


A tubuna é mais agressiva e, apesar de não ter ferrão, quando é ameaçada solta um grude, principalmente no cabelo do agressor, e costuma mordiscar o inimigo com as mandíbulas.

 

 

Além de me encantar com as verdadeiras esculturas feitas pelas abelhas, acabei descobrindo que mel tem terroir, como os vinhos. O sabor depende da espécie de abelha, do solo, do clima e do tipo de flor existente na região, reflete o ambiente em que foi produzido. As mandaçaias, por exemplo,  gostam de arbustos e árvores, enquanto as jataí preferem flores rasteiras e pequenas.

 

Serviço

Mario Forjarini

Fone: 55 3242-5555

 

Encontro com a natureza

postado em 23 de ago de 2015 16:56 por Anelise   [ 20 de out de 2015 14:18 atualizado‎(s)‎ ]

A mágica da criatividade no Caminho das Serpentes

    O mundo é um grande mosaico. A frase, citada pela artista plástica Cláudia Sperb, define de maneira simples e precisa o parque que ela criou em uma área de Mata Atlântica no município de Morro Reuter, a cerca de 60 quilômetros de Porto Alegre.

    Sem qualquer fachada digna de parque temático, o Caminho das Serpentes é o mundo que Claudia Sperb criou para si e para quem gosta de se surpreender com a interação da arte e da natureza. Nessa combinação, há espaço de sobra para as crianças e áreas exclusivas para elas.

Fotos: Anelise Zanoni

    Para entrar no local é preciso tocar a campainha. Minutos depois, o portão se abre e, no primeiro passo, já é possível avistar um mural em homenagem ao folclore brasileiro com a figura do Boitatá.

    O ingresso custa R$ 15,00 por pessoa e inclui circulação livre pelas áreas, entrada nas casinhas com portas abertas e bate-papo com o pessoal que trabalha por lá - com sorte, é possível trocar uma ideia com a artista.


    Cercado por diferentes murais coloridos, o caminho de Poti inicia a trajetória mata a dentro. Os degraus que levam à parte alta do terreno são todos diferenciados com desenhos e tonalidades de azulejos diferentes.


    Ladeando árvores centenárias, o estreito caminho reserva surpresas, como espelhos escondidos e até mesmo um cavalo branco.



    No topo está um dos lugares mais encantadores, a biblioteca Carlos Urbim, uma homenagem ao jornalista gaúcho falecido este ano. Nas prateleiras estão livros de arte e obras infantis. 

Foto: Caroline Zanoni

    
    Fotografias antigas
, ilustrações e brinquedos também compõem o espaço dedicado aos pequenos.




    Há também uma casa que reproduz borboletas coloridas e uma serpente gigante feita com tubos de concreto repletos de moisaico para as crianças entrarem ou caminharem por cima.


    Pertinho dali, um balanço anima adultos e crianças e remete aos alegres dias de infância.



    Também não pode faltar a casa na árvore, ampla e arquitetada com madeira nobre. Dali despenca um íngrime escorregador.

    Esculturas, como a dos três porquinhos e de uma dupla tomando banho de sol também aparecem pelo caminho.




    Em frente ao vale está o que a artista plástica chama de arquibancada e palco. Um espaço onde a atração principal é perder o olhar pela paisagem.



    Em um dos prédios está uma galeria de arte composta por gravuras assinadas por Claudia Sperb e amigos como Carlos Paez VilaróEvandro Carlos Jardim, UtumaroRubem GriloRuth Schneider, entre outros.


Pelo parque há também quatro quartos de pousada decorados pela artista para quem quiser prolongar a visita ao Caminho das Serpentes. As habitações para casal custam R$ 280,00 com café da manhã e uso da cozinha.



    Junto à lojinha, é hora de embarcar em um fusca cravejado de cores e texturas. É o indicativo de que o passeio terminou!


Caminho das Serpentes

Endereço: RS 873, km 2 - número 2.280 - Morro Reuter (RS)

Telefone: (51) 9807-2697

Aberto sábado e domingo, das 11h às 18h.

** Quer uma dica de almoço bem germânico em Morro Reuter? Clique aqui

** Que tal um restaurante perfeito para as crianças em Morro Reuter? Clique aqui


Os Lanches caseiros de Morro Reuter

    Por indicação do pessoal do Caminho das Serpentes visitamos a padaria e confeitaria Michel Und Hansen Marichen, pertinho do parque.

    A casa é um capricho só: pequena, decorada com fogão a lenha e objetos antigos e simples. O atendimento é feito pelos proprietários, que fazem questão de dizer que produzem tudo o que é vendido. E não é pouca coisa!

    Os pedidos precisam ser feitos no salão principal, onde há um balcão com as gostosuras da casa, entre elas pizza caseira com legumes e de tomate seco e rúcula.




    Um dos bolos mais curiosos é o de rocambole. É montado com pedaços de rocambole de abacaxi, um sobre o outro.


    Figura mais popular da casa, o mil folhas é crocante e em tamanho grande. Leva creme de confeiteiro.



    Também experimentamos a torta de chocolate com ovos moles. Uma delícia!


    Mas o que nos conquistou foi a panqueca recheada com creme de leite condensado e maçãs. Foi a nossa receita predileta!



Michel Und Hansen Marichen

Endereço: BR- 116, km 216, número 7.817 - Morro Reuter (RS)

Telefone: (51) 9667-4069






Ninho das Águias

postado em 11 de ago de 2015 14:24 por Anelise   [ atualizado em 12 de ago de 2015 12:02 por Guilherme Caldas ]

Um cenário para fazer nada (ou tudo)

    Um lugar para fazer tudo e nada ao mesmo tempo. Só depende do seu espírito quando for até o Ninho das Águias, em Nova Petrópolis.


Fotos: Anelise Zanoni

    Localizado a 4 quilômetros da cidade, o destino é especial simplesmente pela natureza que o compõe. Coberto por um tapete verde de grama elevado, o Ninho das Águias tem rampa de voo livre e uma vista incrível para o Vale do Caí, o que atrai apaixonados por esportes radicais, como asa delta e paraglider, e também aqueles que querem apenas aproveitar o ambiente para estender a toalha de piquenique.



    Para quem vai da Capital, a dica é seguir o caminho por dentro de Ivoti e depois desbravar estreitas estradas que passam pelos municípios de Lindolfo Collor, Presidente Lucena e Picada Café. Na estrada você vai encontrando construções com traços germânicos e charmosas propriedades.

    Quando chega no caminho de chão batido, a porteira de ferro de um cemitério em meio ao verde chama a atenção: é ali perto que está o Ninho das Águias.


    Uma placa (constantemente incrustada de poeira) indica o caminho. 



    Além da rampa de voo livre a 684 metros de altitude, a vista panorâmica de 270º graus é alvo de dezenas e dezenas de selfies feitos em celular - afinal, a vista é linda demais! - e cliques em câmeras potentes.


    O extenso gramado também é local onde famílias e público muito jovem aproveitam para colocar o papo em dia, tomar chimarrão, passear com crianças e pets.

    Para quem não leva o lanche para o piquenique, um quiosque simplinho atua como lanchonete.  O cardápio é curto, mas todo mundo enche a barriga.



    Os pastéis de carne e queijo custam R$ 5,00 cada. 



    Há versões doces e salgadas de crepe - o mais simples (com um sabor), sai por R$ 5,00 - há versões de calabresa e queijo, frango e catupiry, palmito e queijo, entre outros.



    Para quem associa passeio de final de semana os doces, a opção é comprar churros. Uma máquina foi colocada no porta-mala de um carro, e o churros pré-frito é estufado com farta camada de doce de leite.



Depois de colocar a conversa em dia e aproveitar a brisa da natureza, o presente final fica por conta do pôr-do-sol, que deixa a paisagem do Ninho das Águias ainda mais linda!




Ninho das Águias

Acesso pelo BR-116, Km 18 - Fazenda Pirajá, Nova Petrópolis
Telefone: (54) 3281-1254
www.ninhodasaguias.org.br



Na ida ou na volta, tem lanche bom na Tenda do Guri

    Lugar de passagem para quem vai ou volta do Ninho das Águias, a Tenda do Guri é um daqueles lugares típicos de beira de estrada: tem pastel feito na hora, sanduíche com pão caseiro e uma variedade de produtos coloniais e tradicionais do Rio Grande do Sul. 



    É por ali que famílias, amigos e motociclistas se reúnem para matar a fome e fazer compras. 



    O cardápio da casa, localizada no município de Picada Café, é simples e inclui basicamente lanches e refeições rápidas. O pastel é vendido em tamanho pequeno (R$ 3,50) e grande (R$ 5,00). Entre os sabores estão queijo, carne, frango, calabresa e queijo, chocolate preto e branco, entre outros.



Há também quatro tipos de sanduíches, sendo que o mais estufado é o completo (R$7,00), montado com pão caseiro, margarina, alface, tomate, pepino, ovo de codorna, queijo e salame italiano.


    Os sucos e o caldo de cana complementa. Custam R$ 3,50 e também atraem fãs.


Tenda do Guri

BR-116, Km 192, Picada Café

Um brinde à aventura

postado em 26 de jul de 2015 08:27 por Anelise   [ 26 de jul de 2015 08:27 atualizado‎(s)‎ ]

Passeio radical pelos vinhedos da Cave Geisse


    Quem é fã de vinhos e espumantes geralmente conhece bem os cenários da região de Bento Gonçalves e Garibaldi, no Rio Grande do Sul. Entretanto, uma experiência radical lançada há pouco tempo pela Cave Geisse leva os turistas a conhecerem os vinhedos sob outro ponto de vista.
Fotos: Alan Birck/Saborosa Viagem

    O Geisse Experience é um passeio radical de carro 4x4 que atravessa a mata da propriedade, localizada em Pinto Bandeira, a 12 quilômetros de Bento. Com capacidade para até seis pessoas e cinto de segurança bem apertado, o veículo sobe e desce por meio de caminhos estreitos por dentro da mata. Desemboca em campos repletos de parreirais, onde pode-se avistar todas as qualidades de uvas cultivadas pela vinícola.

    Entre uma das paradas, está uma área onde há um fole inglês. O local lembra cenários da Europa.


    No final do percurso de surpresas, surge um presente: um caminho de madeira leva a uma cascata


    É junto ao trapiche de madeira que está a recompensa: cadeiras, mesa e espumante gelado aguardam os passageiros.


    O passeio de 4x4 custa R$ 70 por pessoa e inclui uma degustação de espumante. É preciso fazer reserva (telefone: 54 3455-7461), e não ocorre em dias de chuva.

Foto: Divulgação Cave Geisse

    Se quiser fugir dos roteiros fechados, há a possibilidade de apenas bebericar algumas taças sentado no Open Lounge, uma área em meio à natureza. Para acompanhar as taças de espumante há empanadas chilenas fresquinhas por R$ 6,00 cada uma e salmão defumado (R$ 30,00).

Uma vinícola especial

    Com produção média de 200 mil garrafas de espumante por ano, a Cave Geisse se destaca por produzir bebidas premiadas e elogiadas pela crítica. Em 2014, por exemplo, o Cave Geisse Brut e o Cave Amadeu Brut conquistaram medalha de ouro no concurso Vinalies, na França, e entraram para a lista dos 1000 Vins du Monde.


    Além disso, a vinícola gaúcha já produziu um champagne. O Cave Geisse Philippe Dumont Premier Cru, foi elaborado na França, em parceria com a família Dumont. Apenas 1500 garrafas foram rotuladas, algumas à venda para o público.

    A ousadia nos negócios faz parte do DNA do engenheiro chileno Mario Geisse, proprietário da marca. Ele fundou a empresa há 35 anos, na época que trabalhava para a Möet & Chandon no Brasil. Com boa intuição, ele percebeu que na região de Pinto Bandeira havia condições preciosas para o cultivo de uvas finas. E acertou.

Cave Geisse

Endereço: Linha Jansen, s/n, Pinto Bandeira

Informações:  (54) 3455-7461 e www.vinicolageisse.com.br

Na Serra

postado em 1 de jul de 2015 19:01 por Bete   [ 1 de jul de 2015 19:04 atualizado‎(s)‎ ]

Cinco roteiros turísticos em Bento Gonçalves

Se você só lembra do Vale dos Vinhedos, quando o assunto é turismo em Bento Gonçalves, precisa conhecer algumas de nossas indicações. Afinal, a cidade da Serra tem cinco roteiros diferentes a oferecer, e nós fomos lá conferir algumas das atrações.

 


Rota Rural Caminhos da Eulália


Essa a mais nova rota turística de Bento Gonçalves e a mais indicada para quem aprecia o turismo de aventura. No Parque Gasper, o visitante pode praticar alguns esportes radicais, como rapel, a partir de uma plataforma a 135m de altura. Depois de uma descida de 60m para a plataforma seguinte, retorna através de uma escalada com degraus de ferro, cabos e plataformas. Ideal para quem está iniciando no esporte. O rapel custa R$ 50. Pode também descer na tirolesa de 750m de extensão. A descida custa R$ 25.


O parque abre aos sábados, das 9h às 18h, domingos e feriados, das 14h às 18h. Nos demais dias, sob agendamento pelo fone: 54 9109-4824. A entrada no parque custa R$ 3.

 

Vale do Rio das Antas


A pequena vinícola Cainelli, das 9h às 18h, oferece visita ao museu que reúne objetos que contam a história da imigração italiana. Sob agendamento, é possível degustar o merendim (reprodução do lanche que era servido aos trabalhadores no parreiral, com pães, biscoitos, tortas e frios), além de um divertido passeio de tuc-tuc (uma carroceria puxada por trator). Fone: 54 3458-1441.


Aproveite o passeio e vá conhecer a centenária vinícola Salton, no distrito de Tuiuty. A vinícola oferece três programas de visitação. O standard (R$ 10) tem a duração de 30min e inclui degustação de vinhos da linha Classic, Lunae, Intenso e Moscatel/Brut. O tradicional (R$ 15) tem a duração de 1h e inclui degustação de vinhos das linhas Lunae, Intenso ou Paradoxo, Talento ou Desejo, Prosecco ou Malvasia e Reserva Ouro ou Évidence. O evolução (R$ 50) tem a duração de 2h e inclui Salton Virtude, Gerações, Talento ou Desejo, Évidence e ainda um vinho exclusivo.


Os painéis expostos nos salões contam um pouco da história dos imigrantes e da vinícola. Fone: 54 2105-1060. Lá, fiz uma degustação de vinhos com queijos e chocolate. Uma aula de harmonização.


 

Caminhos de Pedra


A principal atração da rota são as casas de pedra, um roteiro de 12km de extensão, considerado patrimônio histórico do Rio Grande do Sul. Mas vale conferir algumas atrações, como a Casa do Tomate, da família Lerin, com uma enorme variedade de produtos à base de tomate. Não deixe de experimentar as gasosas de limão, laranja e abacaxi, uma receita centenária. Fone: 54 3455-6292.



Registre sua passagem pela região com uma foto à moda antiga, com roupas que reproduzem as vestimentas da época da colonização. Fone: 54 3451-5965.


Se o passeio incluir crianças, a visita à Casa da Ovelha, instalada em um prédio de 1917, é a opção perfeita. O ingresso custa R$ 20 (adultos) e crianças (R$ 10) e dá direito à visitação do parque, que reúne 1.200 ovelhas, acompanhar a amamentação dos filhotes, tosquia (no verão), ordenha e até dar mamadeira para os cordeirinhos. Experimente os queijos com leite de ovelha e os iogurtes. São muito saborosos. Fone: 54 3455-6320.

 

Rota das Cantinas Históricas

O almoço na vinícola Cristófoli é uma daquelas experiências de aquecer a alma. Os pratos preparados, sob encomenda, por dona Maria de Lourdes Bavaresco Cristófoli e harmonizados com os vinhos da casa certamente vão fazer sua alegria. O almoço custa R$ 75 por pessoa. Nosso almoço incluiu foccacia e pão caseiro.

 

Salada, com um vinagrete de banana. Isso mesmo, de banana.

 

Bigoli (massa) com linguiça.


 

Polenta mole com galinha ao molho.


 

Quando o tempo ajuda, dá para reservar o Edredon no Parreiral, um piquenique pra lá de especial. Fone: 54 3439-1190.


 

A vinícola Dal Pizzol também integra essa rota. O Parque abriga uma área verde com um lago, o ecomuseu do vinho, além . Agende sua visita pelo fone: 54 3449-2255. Se tiver sorte, será recebido por Antoninho Dal Pizzol, que faz parte da história do vinho no Rio Grande do Sul. Não deixe de degustar preciosidades produzidas pela vinícola. Recomendo principalmente o Touriga Nacional 200 Anos.


As crianças vão adorar os gansos, pavões, galinhas d’angola e coelhos que ficam soltos pelo parque.

 

Vale dos Vinhedos


O roteiro mais conhecido, mas não menos interessante, que reúne mais de 30 vinícolas e única região brasileira em que os vinhos tem Denominação de Origem.


No hotel Villa Michelon, tem Casa do Filó, que reproduz o local onde eram realizadas as reuniões sociais da colônia. Tem ainda o Memorial do Vinho, com acervo de peças utilizadas na colheita de uva e processo de elaboração de vinho.   


Na hora do almoço, escolha o restaurante da Casa de Madeira, da vinícola Valduga. O cardápio custa R$ 54 por pessoa e inclui polenta mole com camadas de queijo, nhoque de batata doce, espaguete quatro queijos, rondelli de abóbora, codorna ao molho. Como sobremesa, doce de abóbora ou sagu com creme.


Para fazer a digestão, vá dar um passeio e conhecer a vinícola Valduga e degustar os vinhos e espumantes.

O jantar tem endereço obrigatório: o restaurante Vale Rústico, comandado pelo chef Rodrigo Belora. Instalado no porão da antiga casa da família, o restaurante tem um cardápio enxuto, com ingredientes produzidos na propriedade ou nas redondezas.  Confere o cardápio do nosso jantar:


 

Pãozinho da casa com azeite de oliva com cúrcuma.

 

Torresmo de costela bovina e abóbora de pescoço, servido com Miolo Brut Rosé.

 

Traíra com camarão, tapioca e tabule, com Miolo Brut Rosé.

 

Folhas de horta, com creme balsâmico e suco de laranja, harmonizadas com Dal Pizzol Sauvignon Blanc 2015.

 

Risoto com funcho e linguiça defumada, com Dal Pizzol Merlot 2012.

 

Inigualável o javali com batata doce e cumaru, com Pizzato Concentus 2010.

 

A sobremesa foi um pien de nozes e mel, com sorvete de creme, harmonizado com Aurora Colheita tardia

 

E ainda crocante com creme de bergamota e doce de leite


 

Outros passeios


Agende uma visita à Cooperativa Vinícola Aurora, que reúne 1.100 famílias de produtores, com mais de 200 itens. Marque também uma degustação dos principais vinhos da casa. Fone: 54 3455-2051


O passeio de Maria Fumaça, entre Bento Gonçalves e Carlos Barbosa, passando por Garibaldi é bem divertido. Inclui degustação de vinho, espumante e suco de uva e apresentações artísticas durante a viagem. Fone: 54 3452-6042.

Com tantas atrações, você vai deixar de programar uma visita a Bento Gonçalves?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Almoço de família

postado em 7 de jun de 2015 18:43 por Anelise   [ 7 de jun de 2015 18:50 atualizado‎(s)‎ ]

Viagem no tempo em Garibaldi

    Sabe aqueles lugares que a gente se surpreende assim que passa pela porta? Pois é isso que acontece quando ingressamos no porão da Osteria della Colombina, em Garibaldi. É no grande salão com piso de chão batido (de terra mesmo!) que são servidos os almoços, preparados por Odete Bettu Lazzari e sob o auxílio das quatro filhas.

Fotos: Anelise Zanoni

    A família começou a receber visitantes em 2001, quando poucas pessoas da região pensavam em turismo. Devido ao pensamento empreendedor, Odete e as meninas foram pioneiras e, junto a um grupo de pequenos agricultores vizinhos, criaram a Estrada do Sabor.

    O passeio inicia na estreita estrada que leva à casa azul da família, construída em madeira. 


Pelo caminho é possível avistar casarões antigos, casinhas de madeira bruta e muitos parreirais.





    Ao desembarcar na Osteria della Colombina surgem, aos poucos, algumas surpresas boas.



    A primeira delas: um laguinho com patos, cercado de flores e árvores (em época de safra dá para encontrar laranjas, bergamotas e limão-bergamota colorindo o cenários). Um balanço pendurado na árvore, feito de pneu, é um convite para a vida passar sem pressa. Por ali circulam por vezes alguns tucanos - uma linda surpresa para quem almoça no local.




    No salão principal, localizado embaixo da casa, ocorre a viagem no tempo e na história da família. A delicadeza nas escolhas da decoração deixam claro o cuidado de Odete.


       Fotos antigas dos Lazzari, louças e objetos pessoais compõem o ambiente no porão.  O fogão à lenha esquenta nos dias mais frios e por vezes fica repleto de pinhão quentinho. 



    Em uma das paredes há antigas latas de Nescau. 


    Bules pintados à mão também aparecem por lá!




    Para as refeições, a família dispõe de longas mesas, organizadas conforme o número de visitantes - por isso, reservar antes de ir ao local é obrigatório.



    A escolha dos objetos antigos e o visual do salão já valem o passeio. Entretanto, Odete Lazzari esmera-se também na cozinha e prepara um cardápio simples, como se estivesse cozinhando para a própria família.

    Para abrir o apetite, há licores com frutas da região e um aromático limoncello.

    O primeiro prato que vem à mesa é uma tábua com rodelas de salame e polenta brustolada com queijo. Tudo bem feito e montado na hora.



    Pão caseiro, molho com raiz forte (cren) e uma tigela com sopa de capeleti vêm em seguida. As massinhas são deliciosas e preparadas por produtores da região.




    Depois, é servida uma colorida salada de folhas verdes com carambolas, gominhos de bergamota e flores. Para acompanhar eles servem as carnes que fizeram parte do cozimento da sopa de capeleti, uma experiência diferente e dificilmente oferecida pelos restaurantes!



    Devido à classificação de restaurante slow food, não dá para ter pressa para comer - para poder apreciar a casa e os pratos. Entre as travessas principais estão frango com molho de tomate feito na panela e noque de três queijos com salame defumado.



    Encerra o almoço carne bovina assada com bacon, batata, cenoura e cebola e prato de fortaia (omelete).




    Para adoçar, sorvete de creme com raspas de limão siciliano e compota de pêssego. Também visita a mesa um vidro com quadradinhos deliciosos de abóbora, tudo preparado pela casa.


    O almoço custa R$ 50,00 por pessoa e é uma experiência incrível. Por falar nisso, antes de ir embora, os turistas ganham um mimo: pombinhas feitas com massa de pão, conhecidas como as colombinas!



Serviço

Osteria Dalla Colombina

Abre para almoços e jantares, sempre sob reserva

Endereço: Linha São Jorge, s/n, Estrada do Sabor, Garibaldi
Telefone: (54) 3464-7755 ou (54) 9121-1040

Vinhos e Vinícolas

postado em 27 de mai de 2015 13:23 por Anelise   [ 27 de mai de 2015 13:25 atualizado‎(s)‎ ]

Vida tranquila na  Don Giovanni

    Este texto poderia começar falando sobre os tantos predicados que descrevem a vinícola Don Giovanni, localizada a 12 quilômetros de Bento Gonçalves.
    Mas decidimos nos ater primeiro à pousada que divide terreno com a vinícola que iniciou sua trajetória como uma granja que pertencia à indústria de bebidas Dreher (lembra daquele do jargão “Deu duro, tome um Dreher” ?). Vocês entenderão o motivo!



    Junto à Don Giovanni, localizada em Pinto Bandeira (RS), funciona uma pousada especial, comandada pela família de Ayrton Giovannini e Beatriz Dreher Giovannini, a querida Dona Bita. Os sete apartamentos com amplas janelas que dão vista para o verde foram construídos em um casarão de 1930. 


    Em setembro de 2014, as habitações ficaram ainda mais especiais, porque ganharam personalidade a partir de obras de arte de artistas plásticos escolhidos a dedo por Dona Bita. Entre os artistas participantes estão os gaúchos Miriam Postal, Victor Hugo Porto, Alexandre Porto, Ivalino José Postal, Adelina Maioli e o uruguaio Armando González.




    Pelos dois andares da instalação, a gente tem a impressão de estar vivendo na casa dos Giovannini - devido à quantidade de objetos pessoais e delicadezas do imóvel, incluindo fotografias, livros e um piano.



    Pelo salão principal, decorado de maneira simples e pessoal, uma lareira aquece os dias frios e livros com imagens da região que fazem a gente sonhar. No verão, a piscina cercada por lavandas é um luxo!



    Para quem quiser ainda mais exclusividade, uma antiga casa que era utilizada como estrebaria da granja se transformou em espaço privativo para hóspedes. A habitação, cuidadosamente decorada, fica entre as árvores e, por vezes, é possível ver ovelhas passeando por ali em um lindo cenário bucólico.


    A ideia de experienciar a vida da família fica ainda mais evidente à noite, quando os funcionários (quase invisíveis) vão para casa e os hóspedes podem usar a cozinha e anotar o próprio consumo de vinhos e espumantes. Por confiança, os mesmos hóspedes recebem a chave da porta principal e ficam de “donos” da casa durante a noite.


    E é quando a lua aparece que surgem também os jantares harmonizados, geralmente sugeridos nas sextas e sábados. São três tipos de cardápio eleitos na hora da reserva. Um dos mais disputados é orgulho de Dona Bita, porque traz ingredientes colhidos pelo terreno da propriedade.

    Inicia com salada de folhas e ingredientes da estação, como figos frescos.



    No passo seguinte, vem à mesa risoto de alcachofra.


    Depois, frango com passas de uva, cebola e batata com alho e alecrim.



    O fechamento clássico é feito com cassata de sorvete com calda de espumante e figo rami. O jantar harmonizado com vinhos da casa custa a partir de R$ 95,00 por pessoa.



    Pela manhã, a rotina de boa vida desperta novamente. Em um salão muito simples, com mesa longa de madeira e vista ampla para o verde, é montado um café da manhã ao lado do fogão a lenha.


 Há sempre frutas, pães, sucos e bolo feito na hora. A refeição dá energia para a visita guiada à área de vinhos.



 Além do passeio pela área de produção e da degustação, há uma adega com exemplares antigos, como um espumante produzido em 1997. A visita pode ser estendida em uma caminhada pelos vinhedos e, para quem quiser e tiver fôlego, vale a pena levar um espumante e apreciar o pôr-do-sol em um mirante sobre uma caixa d`água instalada meio aos parreirais.



    A diária na pousada, com café da manhã, visita, degustação e todos os mimos de uma casa de família custa a partir de R$ 375,00 por casal e exige reserva antecipada.

Enfim, a história da vinícola!

    Bom, como já falamos, são muitos são os adjetivos que descrevem a vinícola que iniciou a própria história como uma granja que pertencia à indústria de bebidas Dreher. Atuando na época como estação experimental para desenvolver uvas, participou do primeiro envelhecimento de vinho em barris de carvalho no país.

    Depois, em 1982, quando foi adquirida pelo casal Ayrton Giovaninni e Beatriz Dreher Giovaninni, a querida Bita, se transformou em uma casa de veraneio, conservando parreirais e a produção de vinho.
       
  
Hoje a vinícola tem produção média de 120 mil garrafas por ano e entre as linhas de produtos destacam-se o espumante Dona Bita, elaborado pelo método tradicional 48 meses de maturação, e o espumante Stravaganzza Brut. Entre os vinhos tintos, está o premiado Tannat Don Giovanni, envelhecido em barricas de carvalho, é intenso.

Serviço

Onde: VRS 805, Linha Amadeu (28), km 12, Pinto Bandeira

Informações: (54) 3455-6293 e www.dongiovanni.com.br

Um lugar para a família em Morro Reuter

postado em 12 de mai de 2015 08:37 por Anelise   [ 1 de jun de 2015 20:49 atualizado‎(s)‎ ]

   

 A gente sabe a dificuldade que é encontrar um restaurante que agrade pais e filhos. E, quando o desejo é sair da cidade, muitas opções são distantes ou muito caras.

    A cerca de 56 quilômetros de Porto Alegre, está um lugar especial para toda a família e que parece ter parado no tempo. O restaurante El Paradiso fica em Morro Reuter e, mais do que um lugar para almoçar, é um centro de divertimento para os pequenos.

No verão, a piscina está aberta para os pequenos se refrescarem/ Fotos Anelise Zanoni

    Logo na entrada, é comum ver os visitantes boquiabertos, com a sensação de que estão em um lugar do passado (ainda mais em época de alta tecnologia!). No estacionamento, três gaiolas gigantes abrigam galinhas e galos com penas de todas as cores e combinações. Mais adiante, há um amplo galinheiro, onde também habitam patos e gansos.

Galinheiro com galos, galinhas e gansos atrai as crianças que nunca viram os animais

    Lomba acima, avista-se pais puxando as crianças em carrinhos de lomba de madeira.

Pais voltam no tempo puxando os filhos em antigos carrinhos de lomba

    Perto dali também há um estande da Griff Brinquedos, uma loja que costuma instalar-se nos finais de semana para vender peças desconhecidas das crianças. Boa parte desses brinquedos são de madeira: há casinhas e carrinhos, jogos de montar, argolas, entre outros. Também há uma linha exclusiva relacionada à ciência.

    Estande de loja de brinquedos de madeira é novidade para crianças acostumadas com tecnologia

    Pelo extenso pátio também estão uma pracinha, uma casinha de boneca, uma piscina para os pequenos se refrescarem no verão e uma petshop com exposição permanente de gatos premiados.

É difícil não se encantar com os diferentes gatos expostos no petshop

    Por toda a área, os adultos podem monitorar bem as crianças, porque há mesas e ombrelones por todo o pátio. Para os grandes , uma Kombi-loja expõem peças de artesanado moderno, objetos vintage e peças de antiquário.



    E, claro, mesmo com todos os atrativos, não dá para esquecer do restaurante! A rusticidade predomina no extenso salão decorado com objetos antigos que lembram a casa da vovó.

Espaço reservado para a feijoada tem fogão a lenha e objetos rústicos

    Para iniciar a experiência, a casa tem uma boa carta de cervejas artesanais e drinques. A caipirinha de morango preparada com cachaça envelhecida é uma delícia!



    O protagonista do El Paradiso, entretanto, é o buffet. De jeito muito simples, tem área de saladas e de pratos quentes, em estilo bem caseiro. Entre as iguarias há especialidades das cozinhas alemã e italiana, como salsicha bock, chucrute, lasanha de frango, tortéi recheado com abóbora regado ao molho vermelho, macarrão aos quatro queijos, entre outros.
    Para ampliar a fartura, o garçom passa na mesa com bandeja de polenta frita, picanha, filé mignon e frango grelhado. A fartura custa R$ 58,00 para os adultos, e as crianças pagam menos, de acordo com a idade.



    A ala das sobremesas também é tentação à parte e está inclusa no valor. Tem musses, tortas e disputados pratos de ambrosia, papo de anjo e pudim de leite condensado.

    



    Para finalizar, é preciso tomar um chazinho para fazer a digestão. Aí surge mais uma surpresa: uma cesta repleta de ervas à escolha do cliente! Depois de eleger o sabor do chá, vem à mesa uma linda chaleirinha e a xícara.


    Na hora de pagar a conta no caixa, é possível levar dúzias de ovos produzidos ali pelo valor de R$ 7,00 ou perambular pelo jardim para comprar cuca e pão caseiro de produtores locais que costumam ir ao El Paradiso.



    Com tantas opções em um só lugar, a pressa precisa ficar em casa para que a família aproveite ao máximo o El Paradiso de Morro Reuter!

Serviço

El Paradiso

Endereço: VRS 873 km 08, número 400, Morro Reuter
Telefone: (51) 3569-5021 e (51) 3569-5040
Site: www.restauranteelparadiso.com.br

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